jan 30 2012

Um pouco das férias

Enviado por Ronaldo


dez 4 2011

Atacando no rio Pelotas

Enviado por Ronaldo


nov 19 2011

Erro ao importar .XVA via XenCenter

Enviado por Ronaldo

The VM could not be imported; the end of the file was reached prematurely.

Para quem está recebendo este erro ao importar um .XVA via XenCenter, fica a dica: basta importar via linha de comando setando o parâmetro “force=true”:

xe vm-import filename=seuarquivo.xva force=true

Feito.

Neste caso estava usando a versão 5.5 do XenServer.


set 18 2011

Pescaria (17/09/2011)

Enviado por Ronaldo


set 6 2011

“É bem assim”, César Oliveira e Rogério Melo

Enviado por Ronaldo

É bem assim
(César Oliveira e Rogério Melo)

É bem assim…

Cá no Rio Grande, no garrão deste país

Habita um povo de coragem e que é feliz

Por ter no sangue a descendência farroupilha

É bem assim…

O que se fala se garante a todo custo

A lida é o lema de quem não nasceu de susto

Pois esta gente faz histórias nas coxilhas


É bem assim…

Quando um “veiaco” mal costeado esconde a cara

De pronto acha um braço forte que lhe pára

E um par de esporas cortadeiras num garrão

É bem assim…

Quando troveja pra os lados do chovedor

E o tempo baba, encharcando o corredor

Chapéu e poncho fazem às vezes de galpão

É bem assim…

Nesta querência de rebanhos e manadas

Onde a peonada das estâncias, bem montada

São os esteios que sustentam o pago, enfim…

E as tropas gordas que povoam invernadas

São o produto do trabalho desta indiada

Mostrando ao mundo que pecuária é bem assim!

É bem assim…

Quando florescem as manhãs de primavera

Brotam os campos, suplantando toda a espera

De um novo entore que encaminha a produção

É bem assim…

“Se puxam” potros, vão se aprontando novilhas

“Se ajeita” lindo a caponada pras esquilas

Comparsa antiga, “hace tiempos” no rincão

É bem assim…

Rodeio grande, terneirada bem cruzada

Um doze braças corta o vento numa armada

E a vida segue o seu caminho, “flor e flor”

É bem assim…

Mate cevado, prosa buena, um fim de tarde

Aqui se faz o que se deve sem alarde

Por que esta terra é de respeito, sim senhor!